Como escolher um GPS?

Março 10th, 2010 by Márcio Santos Sem comentários »

Mesmo que este não seja o foco principal do Universo WAP, estamos postando este artigo por julgar que é uma informação relevante aos usuários que têm dúvidas na hora de adquirir um aparelho GPS. E por ser um aparelho que atua em ambiente móvel, acaba fazendo jus de estar aqui.

O que é GPS?

GPS – Global Positioning System – significa Sistema de Posicionamento Global, em inglês.
É um sistema que utiliza satélites para apostar a localização de um determinado recptor em qualquer parte da Terra. No caso, o seu próprio aparelho seria um recptor, que recebe informações de satélites dizendo onde você está neste momento.

Modelos de GPS

Existem categorias distintas de GPS, para diversas áreas de atuação, e a maior diferença entre elas é o grau de precisão. O GPS para navegação é aquele que as pessoas usam para dirigir, não é dos mais precisos, mas é o suficiente para guiar os motoristas contemporâneos. A vantagem, além do menor preço, é a variedade de aplicações.

O primeiro critério na escolha do melhor GPS é o local de uso. Você pretende usá-lo em estradas, trilhas, no mar ou na cidade? Existem modelos de GPS mais adequados para cada uma dessas possibilidades. E se você pretende fazer tudo isso, aí o melhor é um GPS multiuso.

Procure conhecer as funcionalidades de cada modelo de GPS e de quais delas você precisa. Por exemplo, se você precisa de um GPS que diz “vire à esquerda agora e à direita em seguida” ou se as coordenadas não precisam ser assim tão detalhadas.

Um fator relevante para encontrar o melhor GPS é o mapa utilizado por ele, já que o aparelho sozinho apenas diz onde você está, mas não como chegar aonde quer. Alguns modelos permitem compartilhar informações e arquivar os caminhos percorridos. Você pode depois salvar as rotas no seu computador. Um dos programas mais utilizados para essa troca de roteiros é o Trackmaker. Com o registro das rotas, fica muito mais fácil fazer o caminho de volta, sem o risco de ficar perdido.

Equipando seu veículo com GPS

Não somente em veículos, mas também como aparelhos livres nas mãos ou no celular/smartphne, os GPS tornaram-se acessórios indispensáveis para quem viaja com freqüencia e não quer correr o risco de se perder.
Além disso, são também aparelhos que completam o design e visual de um veículo, podendo ser adaptados em local estratégico – claro, se o veículo internamente já for equipado, o resultado será ainda melhor! Aproveitamos inclusive para deixar uma dica de como equipar seu veículo. Visite o site CarID, na seção de wood dash kits e “delicie-se”!

Como escolher o melhor GPS?

* Sensibilidade de recepção – quanto mais alta, melhor a captação dos sinais em condições adversas. Em geral, modelos com pelo menos 10 canais de recepção apresentam um desempenho satisfatório. Acima de 12 canais, não faz mais diferença, pois é o número máximo de satélites que o receptor consegue visualizar.
* Processador / chipset – determina a taxa de transferência entre uma posição e a próxima. Também é responsável pela TTFF – Time To First Fix -, tempo que o receptor leva para determinar a primeira posição.
* Altímetro barométrico – indica a altitude, em uma tela exclusiva com o perfil altimétrico. Conforme o local em que estiver, essa função pode ou não ser prioritária.
* Bússola eletrônica – indica os pontos cardeais, assim como uma bússola comum. É útil se você estiver parado.
* Mapa incluso – deve estar de acordo com as regiões em que você vai utilizar o aparelho. Você salva os trajetos utilizando a memória do mapa, alguns modelos permitem a navegação em algumas cidades por comandos de voz. Outro uso da memória dos mapas é gravar a localização de radares e pedir para que ao aparelho avise quando estiver se aproximando de algum radar.
* Capacidade para tracklog – é a capacidade de armazenar caminhos. Prefira um receptor com capacidade para no mínimo 10.000 pontos. Existem modelos de GPS com cartão de memória, aí é possível ganhar espaço a mais para gravação de rotas. Um cartão de 64 MB grava milhões de pontos.
* Pontos de interesse – esse item faz parte do navegador, o software, que o seu receptor irá utilizar. Quanto mais pontos de interesse, melhor. São endereços já gravados no mapa, veja o que é mais interessante para você: bancos, farmácias, restaurantes, etc.
* Atualizações – mais um item a ser avaliado no software. Veja quais atualizações estão disponíveis e se são pagas.
* Tela / visor – o tamanho da tela deve ser o suficiente para que você possa visualizá-la bem, quando estiver em movimento. Outros fatores de escolha são a iluminação da tela, cores de visualização, tela sensível ao toque (touchscreen).
* Acessórios – confira quais acessórios vêm com o receptor. Antena externa, por exemplo, além de aumentar a precisão e rapidez do aparelho, é útil para camuflar o receptor no carro, evitando furtos. Outros acessórios úteis são o carregador e o suporte para usá-lo no carro.
* Outros recursos – alguns aparelhos trazem entrada para fone de ouvido, alto-falante embutido, entrada USB e transferência Bluetooth. Outros agregam leitor de e-book e MP3/MP4 players.
* Autonomia da bateria – se for usá-lo para viagens longas, há modelos que oferecem até 20 horas de autonomia.
* Robustez / resistência – se vai utilizá-lo em trilhas, esse aspecto é fundamental. Verifique se o aparelho é resistente a quedas e se é à prova d’ água.
* Serviços extras – algumas marcas disponibilizam serviços como informações sobre o trânsito, preço de gasolina, etc.

Android cresce 44% e iPhone cai

Março 5th, 2010 by Márcio Santos Sem comentários »

Aos fãs de carteirinha do Google e de sua praticamente infindável linha de aplicativos, segue uma notícia que promete balançar os nervos da concorrência (Apple).
Um relatório divulgado pela Quantcast, empresa que analisa o tráfego na Internet divulgou que no segundo mês de 2010 o Sistema Operacional Móvel da Apple, o iPhone, perdeu quase 3.5% de espaço no mercado a nível de navegação mobile – quando comparado com os principais rivais, RIM e Android.

Só no último trimestre, a participação do sistema da Google cresceu 44% em relação ao período anterior e quase dobrou, quando comparado com o mesmo trimestre do ano passado. Já o sistema da Apple caiu quase 10%, em relação ao mesmo trimestre de 2009.

A liderança (de acessos á ambiente mobile) ainda é tomada pela Apple que controla praticamente 60% das conexões mobile, todavia, o Android continua crescendo e se disseminando de tal forma que a Apple começa já a se preocupar. Nesta semana mesmo espalhou-se na Internet a notícia de que a Apple estava processando a HTC alegando que esta segunda havia violado os direitos de patente de aproximadamente 20 aplicativos, registrados em nome da Apple.
Claro, sabemos que o principal foco da “empresa da maçã” não é a HTC, mas sim o Android e seu criador, Google.

Com o crescimento repentino e crescente do Android no mercado dos Smartphones (não apenas em sistemas, mas agora também em aparelhos, após o lançamento do Nexus One), não é de se surpreender que os concorrentes usem todas as armas para tentar freiar os passos acelerados que o Google tem dado.

Abraços e até a próxima.

Gesture Search, aplicativo para Android

Março 4th, 2010 by Márcio Santos Sem comentários »

O Google acaba de lançar a Gesture Search (em português, algo como “busca por gestos”), uma função nova e experimental para aparelhos telefônicos que rodem o software Google Android 2.0 ou versões mais novas.

Para utilizar a busca do Gesture Search basta desenhar letras. Ao desenhar um “M”, por exemplo, o sistema mostrará contatos, bookmarks e aplicativos que possuírem a inicial. É possível acrescentar mais caracteres para “refinar” a busca.

As entradas podem ser apagadas ao desenhar uma linha, da esquerda para a direita, enquanto desenhá-la da direita para a esquerda remove a última letra da sequência, explica o site Mashable.

Em seu anúncio no blog da Google Mobile, a empresa destacou como a Gesture Search pode ser uma boa opção para quem não pode usar a busca por voz e acha ruim digitar para encontrar o que precisa.

Para baixar o aplicativo e testá-lo basta clicar aqui.

Fonte: Geek

Tim lança plano de dados a R$ 2,90/dia

Fevereiro 22nd, 2010 by Márcio Santos Sem comentários »

Clientes TIM de planos pré-pagos poderão se conectar à Internet pelo celular pagando a menor tarifa do mercado. É o que promete a operadora com o lançamento do pacote diário de 40MB por R$ 2,90.

Pela oferta, é possível navegar na web, checar e-mails, trocar mensagens usando programas de messenger, acessar as redes sociais e acessar o Portal TIM Wap, que oferece conteúdos e serviços como notícias, jogos, músicas, wallpapers e vídeos, entre outros.

Hoje, assinantes de planos pré-pagos representam mais de 80% da base de assinantes da operadora.

Com esta oferta, a meta é possibilitar que clientes sem acesso à Internet, ou que só a acessam de lan houses, possam se conectar direto do celular, sem que isso prejudique seu orçamento.

“Pensamos em um pacote com custo e volume ideais para um usuário suprir sua necessidade diária de conexão, sejam jovens, profissionais liberais, autônomos, entre outros”, diz Leopoldo Tranquilli, diretor de Marketing VAS da TIM.

Para contratar o novo serviço – que funciona tanto na rede 2G como na 3G – o cliente da TIM pode adquirir o novo pacote debitando o valor dos créditos inseridos em seu celular. A adesão pode ser feita diretamente pelo aparelho, por meio de envio de mensagem gratuita com a palavra 24H para 1616.

Pós-pagos
Para clientes de planos pós-pagos, a TIM também tem ofertas de Internet móvel, como o pacote 100 MB por R$ 9,90 e o plano ilimitado com velocidade de até 300 Kbps, que custa R$ 49,90.

Fonte: Baguete

Por que smartphones custam tão caro?

Fevereiro 22nd, 2010 by Márcio Santos Sem comentários »

O sonho de muitas pessoas nos dias de hoje é acompanharem a evolução da tecnologia, tendo sempre um computador de última geração, um celular mais moderno, estar antenado com as novidades que surgem na área.
Infelizmente nem tudo é tão simples como queremos, e andar lado-a-lado com a tecnologia requer investimentos que não são nem um pouco baixos.
Ainda assim, podemos dizer que hoje é mais fácil ter-se um notebook se comparado há 3 anos atrás. Da mesma maneira que é mais simples ter-se um computador de última geração pela metade do preço que pagaríamos a meia década passada.

Quando surgiram os primeiros celulares no Brasil, os famosos “tijolões” – como passaram a ser carinhosamente chamados a partir da chegada da era dos mini-celulares – os custos eram exorbitantes. Altos o suficiente para poucos terem um aparelho celular. Entretanto, com a popularização deste novo – na época – meio de comunicação, os custos foram baixando gradativamente. Hoje em dia, encontramos ofertas de aparelhos (simples, claro) na faixa de R$ 99,00 e alguns com mais recursos na faixa de R$ 400,00 a R$ 700,00.

Já no tocante aos smartphones, a história parece estar se repetindo: preços altos e tendência de reduzirem.

A mobilidade ainda está em crescimento e os smartphones ainda são novidade – apesar do tempo que já estão no mercado e apesar também de serem apenas uma versão mais eficiente dos PDA’s.
Acredito que os altos custos dos aparelhos são uma resposta ao fato da pouco popularização dos mesmos. Aumentando a popularização, aumenta-se a lei da oferta e da procura, o que aumenta a concorrência e os custos tendem a cair.

Outro fator que contribui para um alto custo dos aparelhos é o sistema operacional instalado.

Sistemas como Windows Mobile cobram uma média de U$8.00 a U$15.00 por telefone no qual é instalado. Sendo assim, estes custos são repassados aos usuários – o que hoje, simbolizaria uma média de R$ 30,00 a mais no custo de um aparelho.

Pacotes de aplicativos também encarecem o produto.

Muitos aplicativos que vêm com o smartphone, são de desenvolvedores que ganham sobre cada instalação, ou seja, mais custos para o seu aparelho.

Vale considerar que as fabricantes dos smartphones que conhecemos na atualidade são estrangeiras. Noutras palavras: fabricação de fora vem baseada em dólar. Isso já duplica o custo do aparelho.

Por último, os custos para se manter um aparelho. Este é o fator que mais afasta novos usuários.
Se você quiser ter um serviço de dados de qualidade, para poder navegar na Internet e utilizar todos os recursos que um smartphone tem a oferecer, gastará uma média de R$ 100,00 a R$ 200,00 por mês. Em questão de 6 meses você terá gastado praticamente o custo de um novo smartphone.
As operadoras nacionais infelizmente não chegam a um denominador comum para redução de custos.

Empresas na Índia cobram uma média de U$5.00 por mês em seus planos de dados, como mencionado neste artigo. Convertido em “reais”, você gastaria menos de R$ 10,00 mensalmente para desfrutar de todos os recursos de navegação, mobilidade e transferência de dados de seu smartphone.

Em resumo, os altos custos dos smartphones se dão a quatro fatores basicamente: Pouca popularização, licença do sistema operacional, fabricação no exterior, aplicativos instalados e planos de dados das operadoras.

Quem sabe dentro de algum tempo possamos desfrutar de aparelhos com custos mais acessíveis, para só então colocarmos em prática a mobilidade no Brasil, como já acontece em diversos países de primeiro mundo.

Abraços e até a próxima.