Um pouco mais sobre o G1, Smartphone com Android, do Google
Pode parecer favoritismo, mas não é. Posto muitas notícias e novidades sobre o G1 (primeiro Smartphone com Plataforma Android – do Google) devido á quantidade de novidades que surgem na Internet sobre o assunto.
Da mesma forma que o lançamento do Iphone teve grande repercussão, o Android tem garantido seu espaço entre os internautas mais ligados em tecnologia de ponta e novidades da área.
Então, segue abaixo um texto que foi obtido no site PC Magazine, de autoria de Sascha Segan, com seu ponto de vista sobre o G1, do Google, suas funções, design, prós e contras.
É um texto um pouco longo mas vale a pena conferir:
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Sim, ele se parece com um iPhone mutante. No entanto, designs esquisitos à parte, o “Google Phone” G1, da T-Mobile, consagra o Android como sério competidor no mundo dos smartphones. Afinal, ele promete ser uma ferramenta móvel divertida e poderosa de acesso à rede, o que pode vir a se confirmar no final de outubro, data do seu lançamento oficial.
À primeira vista, o G1 lembra um PDA razoavelmente bojudo (4.6″ x 2.1″ x .62″), dotado de uma grande tela sensível ao toque. Essa tela, de 320×480, é maravilhosamente rápida e precisa. Abaixo dela, há cinco teclas e uma esfera que funciona como “mouse”. A tela pode ser “escorregada” para o lado e, girando o aparelho em 90 graus, o usuário se depara com um teclado QWERTY completo, com teclas bonitinhas, levemente emborrachadas e bem separadas. A entrada miniUSB é acessível e funcional, mas o slot para inserção do cartão de memória (MicroSD) é bem difícil de abrir (o fone já vem com um cartão de 1 GB). No lado de trás, fica uma câmera de 3 megapixel.
A novidade de verdade aqui, porém, é mesmo o Android, o novo – e totalmente aberto – sistema operacional da Google. Por sinal, ele roda rápida e eficientemente no processador de 400 Mhz da Qualcomm que equipa o G1. Ao contrário do que ocorre com o iPhone, o G1 oferece diversas formas de se executar cada tarefa. Por exemplo, você pode navegar pela internet usando ou os seus dedos ou a “esfera-mouse”; para buscar contatos, pode-se digitá-los no teclado ou usar novamente os dedos; para fazer uma chamada telefônica, dá pra usar o ícone “Dialer” (discador) ou as teclas físicas do aparelho.
Há um viés ideológico por trás desse conceito. A Apple enfatiza que existe apenas um modo de se fazer as coisas, o “jeito Apple”, e esse é o melhor modo possível. O Google, contudo, aposta na liberdade, ou seja, num código aberto, que acarreta também numa abertura de opções. Isso, por sua vez, resulta numa interface um pouco mais confusa do que a do iPhone (embora muito, muito mais simples do que a do Windows Mobile), mas também muito mais customizável e, portanto, adaptável aos mais diferentes gostos e preferências.
De início, o desktop do G1 tem uma aparência um tanto parecida com a do desktop do seu PC, com quatro ícones de aplicativos padrão e um widget que funciona como relógio (e pode ser mudado de lugar). A partir desse esquema visual básico, você pode começar a customizar os vários elementos. Inclusive, é possível deixar à mostra um menu com todas as funções disponíveis do aparelho. Nesse caso, a tela se torna bastante similar à tela de abertura do iPhone: para as diversas aplicações, há ícones claros e grandes. Para se discar um número de telefone, pode-se utilizar tanto o teclado físico quanto o discador virtual. Não sentimos nenhuma força háptica de feedback na tela, mas isso acaba não sendo assim tão importante quando também se tem à disposição um teclado físico.
Em virtude de nossas limitações de tempo, não foi possível testar a recepção telefônica do G1, tampouco sua eficiência pra fazer telefonemas e completar chamadas. De qualquer modo, o aparelho se utiliza da rede de telefonia móvel da T-Mobile, de redes 3G no exterior e funciona também em redes GSM ao redor do mundo, incluindo os Estados Unidos. Além disso, o G1 possui conexão Wi-Fi, embora não seja possível utilizá-la em chamadas telefônicas. Num teste de velocidade, conseguimos 600-700 kbps, utilizando a conexão 3G da T-Mobile, um resultado bastante razoável. No entanto, os executivos da própria T-Mobile disseram no lançamento do G1 que não dá pra usar o aparelho como modem 3G no seu PC.
O G1 aceita fones de ouvido Bluetooth (apenas mono, não estéreo) e possui serviço de discagem por voz. Não encontramos no aparelho nenhuma entrada para fones de ouvido “comuns”, portanto, presumimos que apenas fones com saídas USB podem ser utilizados. De acordo com a T-Mobile, o aparelho possui autonomia de 130 horas em stand-by e de até cinco horas para uso como celular, números bastante razoáveis para um dispositivo 3G.
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E aí, valeu a pena ou não?
Abraços e até a próxima.
Universo Wap
Universo Wap | Agora é a vez do Google lançar o seu! disse em:
27 de Oct de 2009 ás 8:39 pm
[...] sistema operacional, Android, em 2008 num aparelho produzido pela empresa Tailandesa HTC, chamado G1.Passado mais de 1 ano do lançamento do Sistema Android, parece que o Google resolveu então tornar [...]