A Evolução do ambiente WAP


 

No início

No princípio, criou o homem a Internet. E a Internet era sem forma e vazia… até que o mundo evoluiu e mudou este quadro!

Podemos dizer que o mundo Mobile surgiu a pouco tempo. Surgiu mesmo quando houve a necessidade de se usar a Internet em qualquer lugar e a qualquer hora.

Inicialmente, os sites para ambiente WAP eram desenvolvidos numa linguagem padrão para dispositivos móveis, o WML, cheio de restrições e com pouquíssimos recursos (como a impossibilidade de utilizar imagens coloridas). Passado algum tempo, o ambiente mobile já aceitava tecnologia HTML pura e era possível se acessar um site HTML de um celular normalmente, exceto pelas deformações e pelo fato do ambiente não rendenizar o conteúdo de forma correta (o que talbém recai sobre a precariedade dos dispositivos móveis em si).

Com a sofisticação e padronização da Internet, o ambiente Mobile veio caminhando lado a lado. Nisso, os sites mobile passaram a ser desenvolvidos numa numa linguagem, bastante semelhante ao XHTML(praticamente com o mesmo conteúdo). Surgia o XHTML MPeXtensible Hypertext Markup Language Mobile Profile que veio para tornar a navegação móvel mais agradável e visualmente mais atrativa.  Neste novo ambiente já é possível inserir-se imagens coloridas, fontes diferenciadas, planos de fundo, etc.


 

Um pouco mais sobre WML

[Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/WML]

Baseada em XML, a “Wireless Markup Language” é um formato de conteúdo para dispositivos que utilizam WAP, como telefones móveis, e precedeu a utilização de outras linguagens baseadas em marcadores que agora são utilizadas com WAP, como o XHTML e até o padrão HTML (que está crescendo em popularidade conforme o poder de processamento em dispositivos móveis aumenta).

O WML é muito semelhante ao HTML fornecendo suporte de navegação, entrada de dados, “hyperlinks”, apresentação de imagem e texto e “forms”. Um documento WML é conhecido como “deck”. Dados no deck são estruturados em um ou mais “cards” (páginas) – cada um representa uma única interação com o usuário.

Decks de WML são armazenados em um servidor web comum, trivialmente configurado para servir o “MIME type” text/vnd.wap.wml, além de HTML e assemelhados. Quando requisitados por um dispositivo, os cards WML são acessados por um gateway (portal) WAP, que localiza-se entre o dispositivo móvel e a internet, passando páginas de um para outro como se fosse um proxy. Os gateways enviam as paginas WML de uma forma apropriada para a recepção de dispositivos móveis. Esse processo é escondido do telefone para que ele possa acessar a pagina da mesma forma que um navegador acessa HTML.

O WMLScript Interpreter, presente no MicroBrowser, permite que trechos de códigos sejam executados no dispositivo sem fio. Também estende um pouco a implementação de scripts permitindo a implementação de conjuntos de bibliotecas que permitem acesso a serviços do dispositivo wirelesss. Tanto WML como o WMLScript foram especificamente projetados para uso com dispositivos sem fio, com pequena banda de passagem de rede e ambos são compilados em códigos binários para otimizar a eficiência de transmissão por microondas entre as estações e os dispositivos sem fio.

Hoje em dia, o ambiente WAP está bem mais confortável e fácil de se manipular (motivo pelo qual o crescimento e busca pelo mesmo tem crescido bastante).

Bom, por hoje, é só. Fique a vontade para comentar sobre o assunto, deixar seu ponto de vista e opinião a respeito do tema.

Abraços e até a próxima




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