Artigos sobre ‘symbian’

Firefox Mobile: versão móvel do navegador

Fevereiro 1st, 2010

Por enquanto apenas a Nokia com seu modelo N900 desfruta das vantagens do Firefox Mobile, criado pela fundação Mozilla e lançado oficialmente hoje, apesar de já estar há alguns meses em fase de testes.
Outros Sistemas Operacionais como Windows Mobile e Android já estão na mira da fundação para receberem versões do navegador que é o segundo mais popular em desktops, perdendo apenas para o Internet Explorer, do saudoso “Tio Bill”.

Um recurso interessante chamado de Weave Sync possibilita o usuário sincronizar abas, históricos e favoritos de um desktop com um smartphone no qual o browser esteja instalado.

Atualmente existe uma média de 40 complementos para o navegador, desde bloqueadores de pop-ups até leitores de vídeos do Youtube.

Infelizmente os usuários das plataformas iPhone e Blackberry não poderão usufruir destes recursos, pois a Fundação Mozilla não irá disponibilizar versões para tais Sistemas Operacionais. Há possibilidades da plataforma Symbian ser compatível com o browser, mas ainda não houve nenhum pronunciamento oficial por parte da Mozilla.

Se você é usuário do N900, pode acessar o site e baixar o navegador móvel do Firefox.

A Mozilla já havia desenvolvido um navegador móvel anteriormente, que rodava na plataforma Windows Mobile, o Fennec, e agora procura expandir suas terras com um navegador que funcione em diversos sistemas operacionais móveis.

Guerra de titãs

Dezembro 17th, 2009

Entre os séculos 14 e 15 a Inglaterra e a França travaram uma guerra que ficou conhecida como “A Guerra dos Cem Anos” onde destacaram-se figuras como a de Joana D’Arc.
Talvez, uma das maiores guerras da época medieval tenha sido esta, motivo pelo qual se destaca até os dias de hoje quando o assunto é história mundial.
Duas nações, dois pensamentos, dois objetivos e o travamento de uma batalha de titãs onde um alvo é alcançado por uma das partes enquanto a outra tende a recuar.

Os tempos mudaram. O ser humano evoluiu – salvo a 2ª Guerra Mundial -; a maneira de se encarar a realidade mudou e hoje travam-se guerras menos trágicas e com focos diferentes; antes, lutava-se por conquista de terras, nações e povos; hoje luta-se por conquista de público, mercado e seguidores.

Assim é a guerrilha atual entre grandes empresas.

Luta Microsoft contra Apple, que tenta barrar o Google, que por sua vez não está nem aí para a “guerra” e se preocupa mais em seu próprio crescimento entre os consumidores de seus diversos produtos.

No mercado atual da mobilidade, uma guerra fria está em andamento e os grandes titãs batalham com armamento pesado para ver quem prevalece.

Empresas como a RIM, detentora do Sistema Operacional Móvel Symbian esteve no trono durante anos com seus fiéis súditos e seguidores – ou denfesores seria uma palavra mais adequada.
Surge então um concorrente em potencial com uma empresa de peso apoiando de back-end. O Windows Mobile com recursos e visual semelhante aos habituais PC’s conquistam um público específico e forma sua própria legião.

Quando tudo parecia estar bem, vem a Apple com algo inovador e totalmente além daquilo que os usuários estavam acostumados.
O iPhone se destaca e cresce grandemente. Não derruba o REI Symbian mas torna-se um incômodo para os concorrentes.

Por seus recursos e visual diferenciados, o iPhone abocanha uma boa parcela do mercado e começa a causar mudanças no modo que o usuário enxergava a mobilidade.
Estar com um “computador de mão” não bastava. Era necessário estar com um aparelho que fizesse “tudo” e um pouco mais; que fosse simples de utilizar e que acoplasse tudo isso num visual inovador.
A Apple conquistou seu espaço.

Pouco tempo depois, o Gigante das buscas decidiu expandir seu leque de atuação e entrar no mundo dos smartphones.
Andando a passos tímidos porém largos, o Sistema Operacional Android, do Google veio conquistando corações por onde passava. Em menos de 1 ano já lançava sua segunda versão.
Com recursos semelhantes ao do iPhone acrescidos de particularidades próprias, o Android conquistou um público distinto dos demais. Desenvolvedores, analistas de sistema, designers, programadores viam-se praticamente na necessidade de ter seu próprio Android.
Ter um smartphone era uma coisa. Ter um Android era outra.
Mas o público do Sistema não limitava-se somente ás categorias descritas anteriormente. Empresários, usuários domésticos e estudantes também tornaram-se fãs do Sistema que tinha como fonte de apoio o grandioso Google.

Hoje em dia, os Sistemas Operacionais para Smartphones mais populares travam esta batalha pela conquista de mais e mais usuários.
Lançam inovações, designs arrojados, recursos extras e tecnologia de ponta acoplada.

Felizmente, ao contrário das históricas guerras medievais, essa “guerra comercial” só gera benefícios a todos.
Empresas crescem, contratam, expandem e oferecem aos usuários sempre algo a mais.

Existe, claro, um custo por isso – justo – podemos dizer que ao menos nesta guerra de titãs, todos vencem, principalmente o consumidor, que sem perceber é o elemento que rege a batalha e torna-se o objeto de desejo dos reis tecnológicos.

Nós comandamos esta guerra.

Abraços e até a próxima.

TIM App Store será lançada em 2010

Outubro 15th, 2009

A TIM e a Qualcomm acabam de anunciar acordo para o lançamento da primeira loja de aplicativos móveis multiplataforma da América Latina.

O lançamento da TIM App Store acontecerá no primeiro trimestre de 2010.

Utilizando uma solução integradora denominada Plaza Retail, que permite que os desenvolvedores já certificados pela Qualcomm possam oferecer seus produtos para os clientes TIM, a loja disponibilizará aplicativos compatíveis com diversas plataformas e sistemas operacionais, como Java, Brew, Flash, Android, Windows Mobile, Palm, Symbian e LiMo.

Os usuários poderão fazer o download da loja de aplicativos em seus aparelhos móveis através do Portal TIM WAP ou pela loja na Web.

Nota pessoal:
Com a chegada do Android ás operadoras brasileiras, muitas estão correndo – tardiamente – contra o tempo para que ao terem o sistema operacional móvel rodando em seus smartphones, possam lucrar um pouco mais oferecendo aplicativos compatíveis com os referidos sistemas.
Conforme mostra a notícia publicada acima, vamos esperar até 2.010 para vermos a loja no ar.
A parte que achei interessante é que os desenvolvedores já cadastrados e certificados pela Qualcomm não precisarão se preocupar, pois já terão caminho aberto para envio de seus aplicativos, evitando formalidades e tempo de espera. Muito bom.

Fonte, exceto nota pessoal: Baguete

Android ultrapassará iPhone até 2012

Outubro 7th, 2009

Como já era de se esperar, foi anunciado pela empresa de pesquisas, Gartner, que até 2.012 o Sistema Operacional do Google, Android, deverá ultrapassar seu potencial concorrente mais forte, o iPhone, da Apple.
Claro, existe nesta briga outros concorrentes como o poderoso Symbian que detém praticamente metade do controle sobre os smartphones da atualidade, mas conforme mostra a reportagem abaixo, a tendência é este quadro reverter-se e o domínio ser distribuído entre iPhone, Android e Windows Mobile.

Em minha opinião pessoal, acredito que isso realmente aconteça. Mudanças na visão dos consumidores e usuários têm aberto espaço para sistemas de código livre e outros recursos de mobilidade contribuem para isso.

Confira abaixo o trecho da notícia, via ComputerWorld:

O Android ainda nem completou um ano de vida, mas a Gartner já prevê um crescimento acelerado para a plataforma móvel do Google. Atualmente, o SO só pode ser encontrado em menos de 2% de todos os smartphones, mas até 2012 esse número poderá se multiplicar por sete.

Se as previsões da firma de pesquisas forem certeiras, daqui a três anos o Android terá deixado o iPhone OS pra trás — perdendo apenas para o Symbian OS, que hoje compreende quase metade de todos os smartphones, mas mantém uma tendência de queda: para a Gartner, a plataforma da Nokia deverá cair para 39% já no ano que vem.

O T-Mobile G1 pode não ter sido o sucesso que o Google esperava, mas o desenvolvimento do Android, seu foco em capacidades de cloud computing e a implementação do sistema em uma série de outros smartphones de fabricantes diversas poderá fazê-lo abocanhar 14,5% de todo o mercado de smartphones rapidamente, o equivaleria a 76 milhões de unidades vendidas por ano. Até lá, o iPhone poderá estar com 13,7% do total, ou 71,5 milhões de handsets.

De acordo com Ken Dulaney, vice-presidente da Gartner Research, em 2010 já existirão pelo menos 40 dispositivos com o Android no mercado.

Aplicativos mobile no futuro

Maio 23rd, 2009

Estava navegando na WEB e me deparei com um artigo interessante sobre Aplicativos Mobile e trouxe para o Universo WAP para compartilhar com todos, visto que o artigo não é de um site brasileiro.

No referido artigo, João Mendes, consultor da Altran, comenta sobre Aplicativos Mobile para diferentes plataformas, apresentando os prós e os contras. Confira o texto abaixo:

Segundo o Google, existem 3,2 mil milhões de dispositivos móveis em todo o mundo. É certamente bastante se compararmos com os 800 milhões de automóveis registados e com os 1,4 mil milhões de cartões de crédito.

Outra nota curiosa é que o telefone fixo demorou 100 anos a chegar a 80 por cento dos países enquanto os telefones móveis fizeram-no em apenas 16 anos. Se juntarmos a estes fatos as capacidades dos dispositivos móveis atuais, que em alguns casos se verifica ser superior às dos PCs de há alguns anos atrás.

Hoje, quase todos os dispositivos têm sensores de energia, de luminosidade e de temperatura, enquanto os sensores de localização, orientação e de velocidade começam a ser comuns. E o que podemos esperar para os próximos anos?

Michael Mace da Rubicon Consulting e ex-Palm publicou um post no seu blog pessoal, denominado de “Mobile Application, RIP” que tem gerado alguma polémica. Segundo Mace, o fim das aplicações móveis pode estar próximo, dando lugar a aplicações e serviços a diponibilizar na Internet. Assim, devido à homogeneidade dos browsers móveis, consegue-se facilmente chegar a todas as plataformas móveis. Atualmente, se queremos que uma aplicação corra em Symbian, Windows Mobile, Blackerry, iPhone e Android temos de possuir cinco versões diferentes da aplicação.

Pelo contrário, a Internet é mais homogenea entre plataformas e tem um modelo de negócio mais estável. Mas, existem ainda algumas barreiras às aplicações web para dispositivos móveis, mas que começam a desaparecer. Denota-se, que as tarifas planas já são comuns nos EUA e começam agora a surgir na Europa, a qualidade dos browsers móveis melhorou bastante no último ano e a compatibilidade com as mais recentes tecnologias usadas na web está prevista para breve, a velocidade de transmissão de dados e a cobertura da rede permitem utilizar as ligações móveis com um nível de fiabilidade e dispobibilidade aceitáveis.

Pessoalmente, não concordo totalmente com a opinião de Michael Mace. Considero que ambas as abordagens, aplicações móveis e aplicações web, podem conviver.

O que me parece certo é que tanta evolução abre novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar, basta alguma imaginação para pensar aplicações interessantes que aproveitem o GPS ou o acelerómetro. Imagine-se por exemplo, um jogo que mistura realidade e ficção, que decorre nas ruas de uma qualquer cidade em tempo real e em que os outros jogadores são outras pessoas nas mesmas ruas da mesma cidade…

E você, qual sua opinião sobre o assunto? Deixe seu comentário.

Autoria do texto: João Mendes