Artigos sobre ‘windows mobile’

Por que smartphones custam tão caro?

Fevereiro 22nd, 2010

O sonho de muitas pessoas nos dias de hoje é acompanharem a evolução da tecnologia, tendo sempre um computador de última geração, um celular mais moderno, estar antenado com as novidades que surgem na área.
Infelizmente nem tudo é tão simples como queremos, e andar lado-a-lado com a tecnologia requer investimentos que não são nem um pouco baixos.
Ainda assim, podemos dizer que hoje é mais fácil ter-se um notebook se comparado há 3 anos atrás. Da mesma maneira que é mais simples ter-se um computador de última geração pela metade do preço que pagaríamos a meia década passada.

Quando surgiram os primeiros celulares no Brasil, os famosos “tijolões” – como passaram a ser carinhosamente chamados a partir da chegada da era dos mini-celulares – os custos eram exorbitantes. Altos o suficiente para poucos terem um aparelho celular. Entretanto, com a popularização deste novo – na época – meio de comunicação, os custos foram baixando gradativamente. Hoje em dia, encontramos ofertas de aparelhos (simples, claro) na faixa de R$ 99,00 e alguns com mais recursos na faixa de R$ 400,00 a R$ 700,00.

Já no tocante aos smartphones, a história parece estar se repetindo: preços altos e tendência de reduzirem.

A mobilidade ainda está em crescimento e os smartphones ainda são novidade – apesar do tempo que já estão no mercado e apesar também de serem apenas uma versão mais eficiente dos PDA’s.
Acredito que os altos custos dos aparelhos são uma resposta ao fato da pouco popularização dos mesmos. Aumentando a popularização, aumenta-se a lei da oferta e da procura, o que aumenta a concorrência e os custos tendem a cair.

Outro fator que contribui para um alto custo dos aparelhos é o sistema operacional instalado.

Sistemas como Windows Mobile cobram uma média de U$8.00 a U$15.00 por telefone no qual é instalado. Sendo assim, estes custos são repassados aos usuários – o que hoje, simbolizaria uma média de R$ 30,00 a mais no custo de um aparelho.

Pacotes de aplicativos também encarecem o produto.

Muitos aplicativos que vêm com o smartphone, são de desenvolvedores que ganham sobre cada instalação, ou seja, mais custos para o seu aparelho.

Vale considerar que as fabricantes dos smartphones que conhecemos na atualidade são estrangeiras. Noutras palavras: fabricação de fora vem baseada em dólar. Isso já duplica o custo do aparelho.

Por último, os custos para se manter um aparelho. Este é o fator que mais afasta novos usuários.
Se você quiser ter um serviço de dados de qualidade, para poder navegar na Internet e utilizar todos os recursos que um smartphone tem a oferecer, gastará uma média de R$ 100,00 a R$ 200,00 por mês. Em questão de 6 meses você terá gastado praticamente o custo de um novo smartphone.
As operadoras nacionais infelizmente não chegam a um denominador comum para redução de custos.

Empresas na Índia cobram uma média de U$5.00 por mês em seus planos de dados, como mencionado neste artigo. Convertido em “reais”, você gastaria menos de R$ 10,00 mensalmente para desfrutar de todos os recursos de navegação, mobilidade e transferência de dados de seu smartphone.

Em resumo, os altos custos dos smartphones se dão a quatro fatores basicamente: Pouca popularização, licença do sistema operacional, fabricação no exterior, aplicativos instalados e planos de dados das operadoras.

Quem sabe dentro de algum tempo possamos desfrutar de aparelhos com custos mais acessíveis, para só então colocarmos em prática a mobilidade no Brasil, como já acontece em diversos países de primeiro mundo.

Abraços e até a próxima.

Firefox Mobile: versão móvel do navegador

Fevereiro 1st, 2010

Por enquanto apenas a Nokia com seu modelo N900 desfruta das vantagens do Firefox Mobile, criado pela fundação Mozilla e lançado oficialmente hoje, apesar de já estar há alguns meses em fase de testes.
Outros Sistemas Operacionais como Windows Mobile e Android já estão na mira da fundação para receberem versões do navegador que é o segundo mais popular em desktops, perdendo apenas para o Internet Explorer, do saudoso “Tio Bill”.

Um recurso interessante chamado de Weave Sync possibilita o usuário sincronizar abas, históricos e favoritos de um desktop com um smartphone no qual o browser esteja instalado.

Atualmente existe uma média de 40 complementos para o navegador, desde bloqueadores de pop-ups até leitores de vídeos do Youtube.

Infelizmente os usuários das plataformas iPhone e Blackberry não poderão usufruir destes recursos, pois a Fundação Mozilla não irá disponibilizar versões para tais Sistemas Operacionais. Há possibilidades da plataforma Symbian ser compatível com o browser, mas ainda não houve nenhum pronunciamento oficial por parte da Mozilla.

Se você é usuário do N900, pode acessar o site e baixar o navegador móvel do Firefox.

A Mozilla já havia desenvolvido um navegador móvel anteriormente, que rodava na plataforma Windows Mobile, o Fennec, e agora procura expandir suas terras com um navegador que funcione em diversos sistemas operacionais móveis.

Windows Mobile 7 para Março/2010

Janeiro 29th, 2010

Em 21.01.2010 comunicamos através deste artigo que a Microsoft possivelmente anunciaria / lançaria seu novo smartphone já com o Windows Mobile 7 ainda este ano e que o evento possivelmente seri durante o Mobile Wolrd Congress que acontece anualmente na Espanha.

Agora é oficial e com dara marcada: Mês de Março.

A nova plataforma móvel ainda está em fase de finalização mas a Mega-empresa pretende concluir todos os testes em tempo hábil para o evento, de forma que consiga ter seus novos aparelhos á venda até o Natal de 2010.

Aos usuários do Windows Mobile, esta é uma ótima notícia, principalmente por poderem contar não apenas com o Sistema em si, mas com um aparelho desenvolvido pela própria Microsoft.

Windows Mobile fabricado pela Microsoft

Janeiro 21st, 2010

Quando o Google lançou seu smartphone os concorrentes foram surpreendidos, pois não esperavam que além do Sistema Operacional Android, a empresa fosse investir também na área de produção.
Passado pouco tempo desde a data do lançamento do Nexus One, em 05/01/2010, a Microsoft, anuncia que também irá fabricar seu próprio smartphone, e claro, irá implantar seu Sistema Operacional, Windows Mobile já na versão 7.

hà chances de que o aparelho seja apresentado durante o Mobile World Congress, evento mundial sobre Mobilidade e dispositivos móveis que acontece anualmente na Espanha, em meados de Fevereiro.

Nesta guerra de titãs cada um quer mostrar seu potencial e capacidade de superação, com armamentos novos e cada vez mais chamativos.

Pois é, a corrida tecnológica móvel começou há anos, mas está cada vez mais acirrada e longe, muito longe, infinitamentemente longe de acabar; Aproveite!

Abraços e até a próxima.

Guerra de titãs

Dezembro 17th, 2009

Entre os séculos 14 e 15 a Inglaterra e a França travaram uma guerra que ficou conhecida como “A Guerra dos Cem Anos” onde destacaram-se figuras como a de Joana D’Arc.
Talvez, uma das maiores guerras da época medieval tenha sido esta, motivo pelo qual se destaca até os dias de hoje quando o assunto é história mundial.
Duas nações, dois pensamentos, dois objetivos e o travamento de uma batalha de titãs onde um alvo é alcançado por uma das partes enquanto a outra tende a recuar.

Os tempos mudaram. O ser humano evoluiu – salvo a 2ª Guerra Mundial -; a maneira de se encarar a realidade mudou e hoje travam-se guerras menos trágicas e com focos diferentes; antes, lutava-se por conquista de terras, nações e povos; hoje luta-se por conquista de público, mercado e seguidores.

Assim é a guerrilha atual entre grandes empresas.

Luta Microsoft contra Apple, que tenta barrar o Google, que por sua vez não está nem aí para a “guerra” e se preocupa mais em seu próprio crescimento entre os consumidores de seus diversos produtos.

No mercado atual da mobilidade, uma guerra fria está em andamento e os grandes titãs batalham com armamento pesado para ver quem prevalece.

Empresas como a RIM, detentora do Sistema Operacional Móvel Symbian esteve no trono durante anos com seus fiéis súditos e seguidores – ou denfesores seria uma palavra mais adequada.
Surge então um concorrente em potencial com uma empresa de peso apoiando de back-end. O Windows Mobile com recursos e visual semelhante aos habituais PC’s conquistam um público específico e forma sua própria legião.

Quando tudo parecia estar bem, vem a Apple com algo inovador e totalmente além daquilo que os usuários estavam acostumados.
O iPhone se destaca e cresce grandemente. Não derruba o REI Symbian mas torna-se um incômodo para os concorrentes.

Por seus recursos e visual diferenciados, o iPhone abocanha uma boa parcela do mercado e começa a causar mudanças no modo que o usuário enxergava a mobilidade.
Estar com um “computador de mão” não bastava. Era necessário estar com um aparelho que fizesse “tudo” e um pouco mais; que fosse simples de utilizar e que acoplasse tudo isso num visual inovador.
A Apple conquistou seu espaço.

Pouco tempo depois, o Gigante das buscas decidiu expandir seu leque de atuação e entrar no mundo dos smartphones.
Andando a passos tímidos porém largos, o Sistema Operacional Android, do Google veio conquistando corações por onde passava. Em menos de 1 ano já lançava sua segunda versão.
Com recursos semelhantes ao do iPhone acrescidos de particularidades próprias, o Android conquistou um público distinto dos demais. Desenvolvedores, analistas de sistema, designers, programadores viam-se praticamente na necessidade de ter seu próprio Android.
Ter um smartphone era uma coisa. Ter um Android era outra.
Mas o público do Sistema não limitava-se somente ás categorias descritas anteriormente. Empresários, usuários domésticos e estudantes também tornaram-se fãs do Sistema que tinha como fonte de apoio o grandioso Google.

Hoje em dia, os Sistemas Operacionais para Smartphones mais populares travam esta batalha pela conquista de mais e mais usuários.
Lançam inovações, designs arrojados, recursos extras e tecnologia de ponta acoplada.

Felizmente, ao contrário das históricas guerras medievais, essa “guerra comercial” só gera benefícios a todos.
Empresas crescem, contratam, expandem e oferecem aos usuários sempre algo a mais.

Existe, claro, um custo por isso – justo – podemos dizer que ao menos nesta guerra de titãs, todos vencem, principalmente o consumidor, que sem perceber é o elemento que rege a batalha e torna-se o objeto de desejo dos reis tecnológicos.

Nós comandamos esta guerra.

Abraços e até a próxima.